
6 de julho de 2026
Atualização 1.7: O Oráculo aprendeu a curva, a base de mana e a hora de responder
Uma leva focada em qualidade de construção: o Oráculo agora pensa na curva, na sua base de mana e no que o deck consegue responder.
A curva entrou na conta
Antes, o Oráculo escolhia carta por sinergia e popularidade, sem olhar o custo. O deck podia acabar entupido de cartas caras e travar cedo. Agora cada estratégia tem um orçamento de curva: quantas cartas pesadas o deck aguenta. Um deck agressivo vem magro no topo, pronto para pressionar. Um deck de ramp e bombas mantém as ameaças gigantes. Quando o topo estoura, o motor troca as cartas caras de menor sinergia por opções mais baratas da mesma função, sem mexer no restante do plano.
Chega de terreno que não serve
Um problema silencioso: o Oráculo às vezes sugeria um fetch que busca Pântano ou Floresta em um deck Vermelho e Branco. A carta parecia legal, porque a identidade de cor dela é vazia, mas na prática era mana morta. Agora o motor lê o que cada terreno de fato produz ou busca e cruza com as cores do seu deck. Os fixings que não entregam nenhuma das suas cores ficam de fora. Os que fixam ao menos uma continuam na lista.
Remoção que responde tudo
Um pacote de remoção só de criatura deixa o deck refém do primeiro artefato ou encantamento que fecha o jogo. Agora o Oráculo classifica o alvo de cada remoção e garante um mínimo de respostas a permanentes que não são criatura, além de ao menos uma resposta coringa (aquele "destrua permanente alvo" que resolve qualquer coisa que aparecer na mesa).
Por baixo do capô
Junto com tudo isso, o motor ganhou uma rede de testes automatizados. Cada refino futuro do Oráculo passa a chegar com a garantia de não quebrar o que já funciona.